Page 13 - ANÁLISE PSICOLÓGICA E CRIMINOLÓGICA
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2. Fase da Pesca: quando o assassino procura a sua vítima ideal;
3. Fase Galanteadora: quando o assassino seduz ou engana sua vítima.
4. Fase da Captura: quando a vítima cai na armadilha;
5. Fase do Assassinato ou Totem: auge da emoção para o assassino.
6. Fase da Depressão: que ocorre depois do assassinato.
Quando o assassino entra em depressão, engatilha novamente o início do
processo, voltando para a Fase Áurea.
1.3.1 Do Controle
Para o serial killer, a fantasia provê da sua necessidade de controle da situação.
Em homicídios seriais, o assassinato aumenta a sensação de controle do criminoso sobre
sua vítima. Ele estabelece um comportamento que demonstra, sem sombra de dúvidas,
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que está no controle.
Um dos meios de o serial killer estabelecer o controle é degradar e desvalorizar a
vítima por longos períodos de tempo. Esse objetivo pode ser alcançado fazendo-a seguir
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um roteiro verbal, através do sexo doloroso e/ou forçado e pela tortura.
Alguns serial killers não se sentem no controle da situação até a vítima estar
morta, então as matam mais rapidamente. Uma vez morta, começam as mutilações post-
mortem, a desfeminização (grande estrago ou retirada dos órgãos femininos) e
disposição do corpo de maneira peculiar, em geral humilhante (nua, por exemplo). Esse
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comportamento estabelece claramente o controle do serial killer sobre a vítima.
Um caso que pode bem exemplificar a questão de fantasia e controle é o caso de
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Dayton Leroy Rogers .
Quando estava recém-casado com sua primeira esposa, Rogers atacou uma
garota de 15 anos com uma faca. Foi imediatamente colocado em um programa de
reabilitação sexual para transgressores sexuais. Ali, suas fantasias cresceram e
16 Ibidem.
17 Doutor Joel Norris, Phd em Psicologia e escritor apud Ilana Casoy,2002. p.17.
18 CASOY, Ilana. Ob. cit, p.19.
19 Idem.
20 Ibidem.
21 Crimes ocorridos na cidade de Portland, Oregon, nos EUA.

